7 dezembro 2021 - 3:13
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Vigilância em Saúde de São Ludgero alerta comunidade e pais sobre a síndrome Mão-Pé-Boca

São Ludgero registrou nas últimas semanas vários casos da síndrome conhecida como Mão-Pé-Boca. A Vigilância em Saúde da cidade solicita para que novos casos sejam informados à Vigilância Epidemiológica através do fone 3657 1474. As Secretarias de Educação e Saúde trabalham no controle e na prevenção.

A doença Mão-Pé-Boca é causada por um vírus, em especial o coxsackievirus tipo A, onde surgem vesículas na boca, nas mãos e nos pés, origem do nome popularmente conhecido.

As enfermeiras Maria Madalena Beltrame e Sirlei Aparecida Manoel do Canto, da Vigilância Epidemiológica do município, fazem um alerta aos pais que têm filhos frequentando as escolas sobre os sintomas, entre eles, a febre, podendo atingir temperaturas superiores a 39°C com o período de incubação da doença de 3 a 6 dias. “A apresentação mais comum são as vesículas dolorosas na boca, nas mãos e nos pés, mas também podem estar presentes nas nádegas e genitais”, esclarece a enfermeira Madalena. Em muitos casos é constatado dificuldade para engolir. A enfermeira Sirlei acrescenta que é mais comum em crianças até os cinco anos de idade, mas adolescentes e adultos não estão livres da doença e de apresentarem os sintomas. “A transmissão acontece pelo contato com as vesículas, secreção respiratória, saliva e fezes das pessoas que estão infectadas”, informa. Sobre os riscos elas dizem que é uma doença que vem e vai embora, porém, podem causar desidratação e hipoglicemia quando a pessoa ou criança passa a ter dificuldade de ingerir alimentos e líquidos.

A Secretária de Educação, Cultura e Esportes, Maria Marlene Schlickmann, informa que as crianças diagnosticadas com a doença estão se recuperando em casa. “Evitar o contato com crianças acometidas pelo vírus é a melhor prevenção, por isto é fundamental que ao primeiro sintoma, a criança faça o tratamento em casa e volte à escola somente depois de estar totalmente recuperada”, completa.

As Enfermeiras Maria Madalena e Sirlei finalizam pedindo que após a confirmação da doença que se mantenha uma boa hidratação através da oferta de líquidos de forma frequente. “E, diante das dificuldades de se alimentar, a sugestão são alimentos pastosos e frios, como gelatina, pudim, sorvete, o que facilita o ato de engolir. Se necessário for, devem procurar a unidade de saúde ou a Unidade Sanitária Central, o Pronto. Não há vacina até o momento”.

Colaboração: Bertoldo Kirchner Weber – Assessor de Comunicação

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