5 dezembro 2020 - 1:37

Ventos causam prejuízo em Tubarão

Os fortes ventos registrados em todo o estado desde a tarde desta terça-feira (30), em virtude da atuação de um ciclone extratropical, classificado pelos meteorologistas como “ciclone bomba”, causaram prejuízos em Tubarão.

 

Os ventos alcançaram, na tarde desta terça-feira, rajadas de 75 km/h. Já na madrugada desta quarta-feira (1), foram registradas rajadas de 73 km/h. Comparado a outras regiões do estado, onde a velocidade dos ventos ultrapassou os 100 km/h, o fenômeno em Tubarão foi mais brando, mas nem por isso deixou de causar transtornos.

 

Segundo levantamento da Coordenadoria de Proteção e Defesa Civil do Município, cinco árvores foram derrubadas, causando a interrupção de calçadas e de vias públicas nos bairros Caruru, Oficinas, Passagem, Vila Moema e Humaitá.

 

No bairro Humaitá de Cima foi registrado o destelhamento de uma residência, praticamente total. A Defesa Civil municipal realizou a doação de 70 telhas do tipo Brasilit. Apenas danos materiais foram informados, não havendo a ocorrência de feridos.

As equipes do órgão ainda realizam vistorias nos bairros da cidade ao longo desta quarta-feira (1). Caso haja necessidade, ainda existem poucas unidades de telhas para doação, assim como de lonas. Para isso, o cidadão precisa acionar a Defesa Civil através do telefone 199 ou pelo (48) 3632-5856, e solicitar uma visita. Após a avaliação, e conformados os danos e a necessidade dos materiais, os mesmos serão doados.

Sobre as próximas horas, a previsão informa que os ventos devem perder força no início da noite desta quarta-feira (1), quando o ciclone se afasta para o alto-mar. Em seu lugar, uma intensa e poderosa massa de ar polar, seca, passará a atuar no estado, derrubando as temperaturas pelos próximos dias. Chance de chuva isolada apenas para o domingo, dia 5.

Em relação ao mar, ainda por causa do ciclone, não se aconselha a navegação de embarcações de pequeno e médio porte, em virtude da grande agitação oriunda do sistema, e que poderá gerar ondas com altura entre três e quatro metros.

Divulgação/PMT

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