20 fevereiro 2026 - 5:22
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Santa Catarina segue sem casos de Mpox e Saúde Estadual reforça orientações

Este ano, o Estado não registrou caso de Mpox em Santa Catarina. No entanto, a Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVE), mantém a vigilância ativa e coordenada para possíveis casos da doença em todo o território catarinense.

A Mpox faz parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória. Todos os casos suspeitos devem ser notificados imediatamente para a devida investigação e rastreamento de contatos, garantindo a rápida interrupção de possíveis cadeias de transmissão.

Existe uma vigilância estabelecida e um Plano de Contingência para a Mpox no Estado. Assim, a doença segue em monitoramento para possíveis casos importados e mudança no perfil da doença.

Transmissão

A Mpox é transmitida principalmente por meio de contato próximo com lesões cutâneas, fluidos corporais ou materiais contaminados, como roupas e lençóis. Pode ocorrer transmissão entre pessoas, especialmente por meio de contato físico prolongado ou por gotículas respiratórias, embora essa última via seja menos comum. A transmissão do vírus cessa após o desaparecimento das crostas das lesões.

Sintomas

O período de incubação é em média de 6 a 13 dias, mas pode variar de 5 a 21 dias. Os sintomas mais comuns incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, baixa energia e gânglios linfáticos inchados, seguidos ou acompanhados pelo desenvolvimento de erupção cutânea. As erupções na pele começam no rosto e se espalham para outras partes do corpo, incluindo mãos, pés, genitais e áreas mucosas.

As pessoas devem permanecer atentas aos sintomas da doença, e na presença destes buscar um serviço de saúde para atendimento e orientações.

Orientações à população

A principal forma de prevenção é a adoção de medidas de cuidado no dia a dia. A SES reforça as seguintes orientações:

1. Sinais de Alerta: Em caso de início súbito de lesão em mucosas e/ou erupção cutânea aguda (bolhas, pústulas) em qualquer parte do corpo, que pode estar associada a outros sintomas como febre, cansaço e gânglios linfáticos inchados, procure imediatamente uma unidade de saúde.

2. Prevenção é a chave: Evite contato físico íntimo ou próximo com pessoas que apresentem lesões de pele ou mucosas suspeitas.

3. Higiene: Reforce a higiene das mãos com água e sabão e/ou álcool em gel.

4. Isolamento: Pessoas com suspeita ou confirmação de mpox devem se isolar e seguir rigorosamente as orientações médicas para evitar a transmissão do vírus.

Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde

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