24 abril 2024 - 4:27
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Orleans: Cidasc acompanha e orienta a população para o caso de raiva em animal doméstico

A cidade registrou o primeiro caso de raiva em animal doméstico em dezembro de 2022.

A Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), a Secretaria de Saúde de Orleans, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), e o Centro Universitário Barriga Verde (Unibave) traçaram um plano de ação de contingência, orientação e prevenção para combater a propagação de raiva no município. A cidade registrou o primeiro caso de raiva em animal doméstico em dezembro de 2022.

Nesta semana, os profissionais percorrem de casa em casa, um raio do local estabelecido para tomar as ações necessárias, visando assim o bem-estar e a saúde da população, bem como dos animais. Participaram da ação conjunta as profissionais Aline Oliveira, Carmem Regina Vieira e Lorena Guimarães, médicas veterinárias da Cidasc de Criciúma e os médicos veterinários, Guilherme Costa de Oliveira e Silva e Henrique da Silva Corrêa, da Cidasc de Tubarão. O objetivo foi orientar a população, verificar se houve algum acidente com algum animal, comportamento diferente, se foram mordidos, ou ainda se algum animal acabou morrendo sem causa definida, além de questionarem se avistaram morcegos próximos das residências. A equipe também distribuiu um questionário com orientações e vacinou os cães e gatos, desta região, contra a raiva.

A raiva é uma doença sem cura ou tratamento, por isso a vacinação é essencial para proteger os animais e evitar que transmitam a doença às pessoas. Fique atento a alterações na capacidade motora dos animais, como andar cambaleante, inquietação, agressividade, perda de apetite, tremores musculares, ou comportamento não habitual de medo excessivo, ou busca por lugares escuros. Marcas de mordedura podem indicar que os animais de criação foram atacados por morcegos.

Notifique a Cidasc se observar estes indicativos da presença de morcegos na propriedade ou sintomas de raiva nos animais e mantenha seus animais vacinados contra a raiva.

Entenda o caso:

Em dezembro de 2022, um gato apresentou mudança de comportamento, após ter desaparecido de casa por alguns dias. Quando reapareceu, mordeu e arranhou o seu tutor e o animal morreu alguns dias depois. O animal foi enviado para análise e seu tutor recebeu tratamento de profilaxia contra raiva, continua em observação e passa bem. O animal, porém, testou positivo para raiva.

Raiva:

É uma doença transmissível que atinge mamíferos como cães, gatos, bois, cavalos, macacos, morcegos e também o homem. É causada por um vírus que ataca o sistema nervoso central, levando à morte após pouco tempo de evolução. A transmissão da raiva ocorre quando a saliva do animal infectado entra em contato com pele ou mucosa por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. Os sintomas da raiva variam conforme a espécie, quando acomete animais carnívoros, eles se tornam agressivos e, quando ocorre em animais herbívoros, as manifestações são de paralisia. Em caso de agressão por animal, deve-se procurar o serviço de saúde mais próximo. (Fonte: Dive Santa Catarina).

Colaboração: Alessandra Carvalho – Assessoria de Comunicação – Cidasc

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