18 maio 2022 - 10:41
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O aumento de focos confirmados do mosquito Aedes Aegypti coloca em alerta São Ludgero

 Com cinco focos confirmados do mosquito Aedes Aegypti, transmissor das doenças Dengue, Zika e Chikungunya, coloca o município de São Ludgero em alerta. A Secretaria da Saúde, por meio da Vigilância em Saúde, pede que os moradores redobrem os cuidados preventivos em empresas e residências no sentido de não deixar água parada em recipientes.

       Segundo as Agentes de Combate a Endemias, Jéssica Pigmentel e Aline Dutra, dos 5 focos confirmados, 4 são em armadilhas e um localizado através de denúncia. “O número de casos confirmados é considerado alto. As famílias precisam colaborar, devem agir de forma preventiva, antes que São Ludgero seja considerado infestado com o mosquito”, explicam. Elas informam que o calor intenso ocorrido nas últimas semanas tem acelerado o crescimento dos mosquitos, a proliferação, e o problema de forma geral. “A situação é muito preocupante”, alertam Jéssica e Aline.

     Ao todo São Ludgero possui um total de 60 armadilhas e 8 pontos estratégicos. Algumas ações são realizadas durante todo o ano, a exemplo da colocação de faixas em pontos específicos, distribuídos panfletos com orientações, e trabalhos diversos de conscientização.

     Sobre a situação, a Secretária da Saúde, Morgana Rech da Silva, reforça que o trabalho de enfrentamento ao mosquito é quase que permanente. “É preciso lembrar que a picada do mosquito contaminado pode levar à morte. O tempo dedicado às ações preventivas, que são muito simples, é pouco se comparado ao dano que pode trazer às pessoas e às famílias. Informação não falta, pois inúmeras campanhas e mutirões de conscientização, limpeza, já foram realizados pela cidade”, alerta a secretária.

        A equipe da Vigilância em Saúde de São Ludgero aponta como um dos problemas que agrava ainda mais a situação está relacionado aos recipientes jogados em terrenos baldios. “Estes recipientes jogados nos locais são propícios para a proliferação do mosquito. É lamentável que tenham pessoas que ainda façam isso”, comenta a Agente de Endemias, Jéssica Pigmentel.

Saiba quais as ações preventivas que as pessoas podem realizar: 

  • Manter bem tampado tonéis, caixas e barris de água;
  • Lavar com água e sabão tanques utilizados para armazenar água;
  • Manter caixas d’agua bem fechadas;
  • Remover galhos e folhas de calhas;
  • Não deixar água acumulada sobre a laje;
  • Encher pratinhos de vasos com areia até a borda;
  • Trocar água dos vasos e plantas aquáticas;
  • Colocar lixos em sacos plásticos em lixeiras fechadas;
  • Fechar bem os sacos de lixo e não deixar ao alcance de animais;
  • Manter garrafas de vidro e latinhas de boca para baixo;
  • Acondicionar pneus em locais cobertos;
  • Fazer sempre manutenção de piscinas;
  • Tampar ralos;
  • Não deixar água acumulada em folhas secas e tampinhas de garrafas;
  • Lonas para cobrir materiais de construção devem estar sempre bem esticadas para não acumular água, entre outras ações preventivas.

Colaboração: Bertoldo Kirchner Weber

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