Quase 200 estudantes de Orleans estiveram no Centro de Vivências do Museu ao Ar Livre Princesa Isabel, nesta sexta-feira (27/02), para acompanhar a exibição do documentário “Aurora e o Mar Sem Volta”. A produção, gravada nos espaços do Museu, integrou as ações que celebraram os 150 anos da imigração italiana em Santa Catarina e foi ao ar na NDTV para todo o Estado no dia 25 de dezembro.
Também acompanharam a exibição do documentário o diretor do filme e representantes das instituições parceiras. O filme resgata a memória das famílias italianas que contribuíram para a formação do território catarinense e valoriza o Museu como cenário de preservação histórica e ambiente de educação e cultura.
Produzido pela One For One Produções, em parceria com a NDTV Record, o documentário foi viabilizado por meio da Lei Rouanet, do Ministério da Cultura e do Governo Federal. A obra contou com a participação de alunos do Colégio Unibave e da comunidade de Orleans, fortalecendo o vínculo entre educação, cultura e memória.
Reconhecimento e emoção
Durante o evento, houve um momento de homenagem ao trabalho de preservação da memória desenvolvido pela diretora do Museu, Valdirene Böger Dorigon, e pelo museólogo Idemar Ghizzo. A placa foi entregue pelo diretor regional da NDTV em Criciúma, Michel Pizzetti, e pela gerente de jornalismo, Eliane Gonçalves.
A gerente de jornalismo da NDTV Record Criciúma, Eliane Gonçalves, comentou que foi um momento especial. “O documentário, que tem a digital da NDTV, consegue traduzir a força da colonização italiana em nosso estado e as batalhas enfrentadas por milhares de famílias imigrantes. Ver esse trabalho sendo exibido em um local tão emblemático quanto o Museu ao Ar Livre torna tudo ainda mais especial e autêntico”, destacou.
O diretor do projeto, Luan Vosnhak, ressaltou a importância da exibição para o público jovem, agradeceu o trabalho de preservação realizado pelos colaboradores do Museu e enfatizou o papel do cinema como ferramenta de reflexão. “O cinema tem essa força: nos leva para o passado, mas ajuda a entender o presente”, afirmou.
Para a diretora do Museu, Valdirene Böger Dorigon, o encerramento do projeto com a exibição pública representa mais um passo na valorização institucional. “Foi um momento de estar mais próximo do público. É um trabalho super relevante, que leva o Museu a outros patamares. Dar acesso às pessoas ao acervo por meio de um audiovisual proporciona uma outra experiência. Para nós, é muito importante que existam projetos assim”, declarou.
A gravação do documentário ocorreu em diferentes ambientes do Museu, que conta com edificações históricas, objetos e uma vila que representa o início da formação comunitária dos primeiros italianos na região.
Por Antonio Roseng/Assessor de Comunicação/Unibave

























