1 dezembro 2021 - 5:39
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Mesmo com reajuste tarifário anual Cegero se mantém entre as tarifas mais baratas do Brasil

A Diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) aprovou no dia 28 de setembro de 2021, em reunião pública ordinária, o reajuste tarifário de 21 permissionárias localizadas em Santa Catarina e São Paulo, entre elas a da Cooperativa de Eletricidade de São Ludgero – Cegero.

Com um reajuste médio de 11,41%, a Cegero se manteve entre as tarifas mais baratas do Brasil, entre as 105 distribuidoras com tarifas homologadas pela ANEEL no Brasil. O efeito médio do reajuste a ser percebido pelos consumidores faturados em Baixa Tensão será de 13,50%, sendo 11,83% para os residenciais. Já para os consumidores faturados em Alta Tensão o efeito será de 10,86%.

O reajuste teve como fatores principais a atualização do contrato de suprimento com a CEMIG GERAÇÃO S.A, reajustado pelo IPCA, que nos últimos 12 meses fechou em 9,68%, e o reajuste na tarifa de suprimento da Celesc de 14,52%, bem como o aumento dos encargos setoriais, em especial aqueles vinculados a crise hídrica.

A Cegero informa que as novas tarifas estão disponíveis no seu endereço eletrônico http://www.cegero.coop.br/comerciais/tarifaservico e passam a valer a partir de 30 de setembro de 2021.

(Gráfico Cegero 1 Tarifas – em anexo)

É importante frisar que a Cegero, a partir de novembro, passa a adquirir energia da Cemig Geração S.A, após o seu primeiro Leilão de Compra de Energia Elétrica no Ambiente de Contratação Livre – ACL, realizado em 2020, num valor de R$ 153.080.977,81 em energia contratada. Se não fosse a realização do referido leilão e a compra já a partir de novembro de 2021, o reajuste desse ano teria sido por volta de 25%.

Outro ponto que merece destaque foi o diferimento de Parcela B (valor para cobertura dos custos operacionais e investimentos) solicitado à ANEEL pelo Conselho de Administração da CEGERO, em conjunto com o departamento técnico, administrativo e financeiro, do valor de R$2.000.000,00 (dois milhões de reais), com o propósito aplicar o menor reajuste possível e evitar que o mesmo fosse de aproximadamente 15%. Nesse quesito, é importante destacar que a Cegero já possuía um dos menores custos operacionais do Brasil. Os custos operacionais da Cegero correspondem em média a 13% do total de uma fatura de energia. A média nacional ultrapassa os 25%.

(Gráfico Composição Tarifas – em anexo)

Conforme gráfico acima, a cada R$100,00 pagos numa fatura de energia, R$13,00 ficam na Cegero para manter os custos de operação, manutenção e investimentos da cooperativa. O restante, acaba sendo repassado aos demais agentes, com destaque para os impostos e encargos, que juntos representam uma carga tributária de 42,2%.

Para o presidente da Cegero, Francisco Niehues Neto, o Chico, apesar do reajuste tarifário, conseguimos manter a nossa tarifa entre as menores do Brasil, reforçando o nosso compromisso com o bem-estar dos consumidores e associados. É importante destacar que a partir do reajuste tarifário de 2021 a Cegero passa a caminhar com as próprias pernas, ou seja, sem subsídio algum na compra de energia e sem subvenção alguma para bancar custos operacionais, ainda existentes na grande maioria das Cooperativas do Brasil. “Quando assumimos em 2017, a Cegero possuía 53,34% de desconto na compra de energia da Celesc, valor que chegou a ser de quase 67,35%. Por força da legislação, esses descontos passaram a ser reduzidos gradativamente no decorrer dos anos e nossa preocupação foi de conseguir fazer uma transição que permitisse a Cegero se manter com a tarifa abaixo da Celesc e se possível entre as 3 mais baratas do Brasil. Chegamos em setembro de 2021 entre as mais baratas do Brasil e aproximadamente 23% abaixo da Celesc. Quando voltamos a 2017 e analisamos todo esforço e preocupação dos conselheiros e técnicos da Cooperativa, o meu sentimento é que estamos conseguindo fazer um bom trabalho”, completa o presidente.

De forma a demonstrar de maneira prática a aplicação das tarifas, a seguir apresentamos a aplicação da tarifa B1 residencial (tarifa de referência) praticada pela Cegero, comparando-a com a tarifa média nacional. Segue também uma comparação com a maior tarifa praticada entre as 105 distribuidoras do Brasil. Ambas as tarifas sem o acréscimo de bandeiras tarifárias.

(Gráfico Comparativo Média Nacional – em anexo)

Para exemplificar, suponhamos que você consuma 300kWh no mês, consumo médio residencial em São Ludgero, o valor da fatura paga nesses três casos, com ICMS (considerando as alíquotas vigentes em SC de 12% para consumo até 150kWh e 25% para consumo acima de 150kWh), seria:

(Gráfico Compartivo 2 – em anexo)

Ou seja, se comparado a média nacional, você está economizando R$73,72 reais por mês, o que representa R$884,64 por ano. Se comparado com o maior preço do Brasil, a economia mensal equivale a R$180,51, resultando numa economia anual de R$2.166,12.

(Gráficp Compartivo 3 – em anexo)

O Cooperativismo tem como objetivo oferecer, de maneira equilibrada, resultados econômicos e sociais aos associados. No caso das Cooperativas distribuidoras, os resultados econômicos são apresentados na forma de melhores tarifas e prestação de serviços adequados. Já os resultados sociais são apresentados por meio de contribuições e projetos sociais vinculados à saúde, esporte, educação e cultura, que buscam beneficiar toda a população, e que somados chegaram a R$ 740.221,53 no ano de 2020.

Mais informações acesse:

Tarifas e serviços: http://www.cegero.coop.br/comerciais/tarifaservico

Projetos sociais: http://www.cegero.coop.br/cooperativa/projetos

Fonte: Cegero

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