Grão-Pará registra primeiro caso de febre maculosa na Amurel; Estado já possui 18 casos confirmados neste ano, todos de menor gravidade e sem mortes. Nos municpios de Orleans e Urussanga também há registro de um caso em cada um.
A prefeitura de Grão- Pará emitiu nota no final da tarde desta segunda-feira, 19 junho e informou que o caso citado no município de Grão-Pará refere-se a uma confirmação de janeiro deste ano. Confira nota no final da matéria.
Os quadros apresentados no estado no entanto, foram de menor intensidade e não resultaram em mortes. Isso ocorre, segundo o governo de Santa Catarina, porque a bactéria encontrada no Estado é a que produz quadros menos graves. Chamada de Rickettsia parkeri, a bactéria menos grave é registrada em ambientes de Mata Atlântica, segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive).
Alguns dos sintomas são a febre, dor de cabeça, náuseas e vômitos. Os sintomas podem aparecer entre o segundo e o 14º dia de exposição. A prevenção da febre maculosa é baseada no impedimento do contato com o carrapato.
Já a que causa os casos mais graves leva o nome de Rickettsia rickettsii. Os números de casos foram divulgados após a morte de quatro pessoas que foram à mesma festa em Campinas, interior de São Paulo.
Casos registrados em Santa Catarina:
– 5 em Blumenau
– 2 em Jaraguá do Sul
– 1 em Grão-Pará
– 1 em Orleans
– 1 em Corupá
– 1 em Benedito Novo
– 1 em Canelinha
– 1 em Joinville
– 1 em Rio dos Cedros
– 1 em São Bento do Sul
– 1 em Urussanga
– 1 em Luiz Alves
– 1 em Massaranduba.
A prefeitura de Grão – Pará emite nota oficial
“Após recente divulgação da lista de cidades que tiveram casos de febre maculosa em Santa Catarina, no ano de 2023, esclarecemos que o caso citado no município de Grão-Pará refere-se a uma confirmação de janeiro deste ano. O paciente apresentou sintomas e após investigação, por meio de exame realizado no LACEN/SC, ocorreu a confirmação. Houve tratamento e, consequentemente, a melhora do paciente.
Ainda esclarecemos que no presente mês, não apresentamos nenhum caso suspeito. Além disso, este não é o primeiro caso registrado no município (como divulgado na mídia), em fevereiro de 2018 também tivemos o registro de um caso confirmado”.