sábado, 11 julho 2020 - 6:53

FUTEBOL: Retorno ainda mais distante em SC

Presidente da FCF comentou a respeito.

O decreto assinado pelo governador Carlos Moisés da Silva na última segunda-feira (1), assegura que o futebol não será retomado em Santa Catarina antes do dia 5 de julho. Na mesma linha de raciocínio, o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, projetou uma volta da disputa apenas para o final do próximo mês ou ainda em agosto. Inicialmente, o mandatário do futebol catarinense chegou a projetar uma volta para 8 de julho, mas após ler o decreto, entendeu que não será possível nesta data. “O governador deu entrevista coletiva deliberando algumas coisas e falando do esporte. Ele liberou, a partir do dia 5 de julho o futebol, mas não é para jogos, pois os clubes precisam fazer a preparação física e a preparação precisa de contato com bola, o que ainda não está liberado. A partir do dia 5, se tudo der certo, ele vai liberar”, disse Angelotti à rádio CBN/Diário, de Florianópolis.

Com isso, o Campeonato Catarinense da Série A, que foi paralisado ainda em março, ao término da primeira fase, só deverá ser reiniciado, se não houver um novo decreto, no final de julho ou início de agosto. “Provavelmente, o retorno do nosso campeonato será para o fim do mês de julho ou até mesmo início de agosto, pois os clubes precisam de um tempo de preparação para voltar aos jogos, já que eles precisam no mínimo de 20 dias de treinamentos para voltar aos jogos, treinamento com bola, com contato. Eu acredito que lá para o fim de julho ou início de agosto é que reiniciaremos o campeonato caso ele (governador) não venha suspender novamente”, comentou Angelotti.

Uma outra preocupação demonstrada por Angelotti (na foto) é a possibilidade das prefeituras não liberarem os jogos, dependendo da situação de cada região do estado. A chegada do inverno e as consequentes baixas temperaturas podem aumentar os riscos de contaminação pelo coronavírus, além de crescer o número de infecções pela influenza (gripe) e H1N1. Com tudo o que está acontecendo, o presidente da FCF disse que o momento é de ter tranquilidade para tomar a melhor decisão. “Estamos de mãos atadas. Vamos aguardar a liberação total, pois eu acho que será o mais correto”, finalizou o dirigente.

Por: Rodolfo Devilla! Colaboração: TN Sul!

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