4 fevereiro 2026 - 9:07
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Constância de eventos climáticos gera aumento da procura pelo seguro residencial

Veja quais os tipos de prejuízos podem ser cobertos por essa solução

As transformações do clima mundial ao longo dos últimos anos têm sido sentidas também no Sul do país, com a incidência de eventos extremos tornando-se cada vez menos raras. Com essa percepção ou até mesmo pela vivência de prejuízos causados por vendavais, raios, chuvas ou outros fenômenos climáticos, os brasileiros têm aumentado a procura por seguros residenciais, gerando a esse segmento o faturamento de R$ 6 bilhões nos últimos três anos, conforme a Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg). Em nível regional, a cooperativa de crédito Acentra atesta essa movimentação com um incremento de 72,4% no número de contratações de seguros residenciais em 2025, na comparação com o ano anterior.

Segundo estimativa setorial, 17% das residências do Brasil possuem algum tipo de cobertura securitária e para 2026 a projeção de crescimento gira em torno de 8%. Há diversos formatos de soluções disponíveis no mercado, aponta o gerente regional da Acentra, Marcos Pissetti. A cooperativa de crédito oferece a solução com uma cobertura personalizável. “O seguro residencial, especialmente em regiões mais vulneráveis, deixa de ser simplesmente um recurso para quando tiver necessidade. O cliente entende que ter sua casa segurada é evitar potenciais prejuízos reais. E para cada caso as possibilidades de cobertura podem ser adaptadas”, conta.

Os principais pontos procurados pelos cooperados para coberturas de seguros residenciais, de acordo com Pissetti, estão incêndio, queda de raio, danos elétricos e vendaval, roubos e furtos e aluguel. “São riscos que já não são mais tão distantes, infelizmente. Por meio do seguro, além disso, pode-se repor eletrodomésticos queimados em temporais, por exemplo”, destaca.

Situações de danos residenciais, via de regra, demandam agilidade na resolução. Por isso os seguros contam com assistência 24 horas em itens como serviços de chaveiro, encanador, eletricista, vidraceiro, limpeza de caixa d’água, cobertura provisória de telhados, conserto de ar condicionado, bicicletas e assistência para pet. “Grande parte desses serviços, quando não se tem um seguro, acabam gerando um custo elevado para as famílias, o que ajuda a gerar uma percepção ainda maior de valor da solução”, aponta Pissetti.

Colaboração: João Pedro Alves / Alfa Comunicação e Conteúdo

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