18 setembro 2021 - 10:41

Polícia Civil afirma que vítimas do golpe do ‘nude’ tiveram prejuízo superior a R$ 1 milhão

A investigação denominada ‘Operação Aletheia’, que apura extorsões ligadas ao ‘golpe do nude’, teve concluída mais uma fase nesta terça-feira, dia 14, em Criciúma. A Polícia Civil protocolou representação pela prisão preventiva de quatro investigados, além de sequestros de valores obtidos por meio da prática criminosa.

A investigação, comandada pelo delegado Yuri Miqueluzzi, da Divisão de Repressão a Roubos (DRR) da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma, estima a entrada de R$ 30 mil por mês em cada uma das quatro contas bancárias, gerando R$ 1,2 milhão de prejuízo às vítimas em um ano de extorsão. As representações estão em análise do Poder Judiciário. “Os investigados estão em local desconhecido e as vítimas são residentes de Criciúma. Quatro contas bancárias foram identificadas como recebedoras de recursos das extorsões”, aponta a  DRR.

Sobre a operação

A 1ª fase da Operação Aletheia foi deflagrada em julho de 2020 e a 2ª fase em março de 2021. As investigações resultaram em nove prisões preventivas decretadas, com cinco pessoas capturadas pelos crimes. Dezesseis pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil catarinense.

As condenações dos envolvidos na 1ª fase da operação totalizam 57 anos de prisão pelos crimes de organização criminosa, extorsões qualificadas, lavagem de dinheiro, posse ilegal de arma de fogo, receptação e adulteração de sinais identificadores de veículo. A ação penal da 2ª fase está em andamento.

DRR/DIC Criciúma (PCSC) e Engeplus

- Anúncio -
-Anúncio-
-Anúncio-
-Anúncio-