25 setembro 2020 - 8:23

O “Mal do Século” Síndrome de Burnout

Síndrome de Burnout é um estado tridimensional, que envolve a pessoa, o trabalho e o cenário mundial. Na Classificação Internacional de Doenças (CID) é classificada como fenômeno ocupacional, e vista segundo médicos psiquiatras como um problema crônico e progressivo, podendo levar entre um ano a cinco anos para “explodir”, condição de que a patologia está ligada apenas à sobrecarga de trabalho e acúmulo de tarefas e funções, mas à frustração pelo não reconhecimento do que é entregue.

Atualmente o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e o alto índice de demissões no país, os profissionais vem cobrando cada vez mais de si mesmo e dos seus colegas de empresa, em busca de melhores qualificações e bons resultados. Por sentirem-se pressionadas, as pessoas assumem altas cargas de trabalho para superar as expectativa das empresa.

No entanto, esses profissionais transformam as suas vidas no trabalho e, quando não conseguem o reconhecimento esperado, perdem o estímulo para desempenhar a sua função. “ Desmotivação está que advém da falta de reconhecimento, ou seja, o trabalhador insistente, faz de tudo para se destacar no emprego, doa- se, procura dar o melhor de si para alcançar suas metas, tendo como objetivo ser melhor do que todos dentro da empresa. Sua persistência é tanta que passa a medir sua autoestima pela capacidade de sucesso profissional, mas não se sente valorizado como gostaria”,

Segundo dados da pesquisa realizada pela Internacional Stress Management Association (Isma), 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros já foram diagnosticados com o problema. Nota-se que com tanto esforço, é natural que em algum momento o estresse aumente e o corpo adoeça, podendo mudar o percurso e chegar a um nível severo de depressão. “Após tanto se doar, a sua capacidade física e mental começa a ficar debilitada, cansada, com estresse em fase aguda, o que afeta a mente, o psicológico e o corpo literalmente enferma pois, toda essa situação diminui a imunidade”,

A intensidade da doença varia de acordo com a carga que cada pessoa se sujeita a carregar e nas suas cobranças internas. Algumas profissões, como é o caso dos bombeiros, policiais, professores, bancários, médicos e enfermeiros, exigem mais dos trabalhadores e estão entre as que mais afetam profissional com a síndrome de Burnout.

Contudo, devemos levar em consideração que o fundamental é trabalhar em um local que proporcione satisfação, e no que gostamos, não sob pressão de ninguém, ou querer ser melhor do que todos no serviço, porque você não precisa provar nada a ninguém, não passar por cima de todo mundo para alcançar suas metas. Faças as coisas com calma, que no final tudo dá certo. Têm uma frase que eu amo de paixão e carrego para minha vida. “Os últimos serão os Primeiros”. Eu passei muito trabalho para estar aqui hoje, desde o momento que nasci, cresci, virei adolescente e hoje sou uma mulher que passou por tudo, desanimou, pensou em desistir, porque a vida impõe muitos obstáculos, mas nunca parei. Ouvi muitos coisas ruins de professores, colegas, mas isso nunca me abalou. Só me deixou ainda mais forte e motivada a ir atrás do que eu quero. Realizei meu principal objetivo que era me formar em Jornalismo, e quanto aos outros, vou conquistando aos poucos. Como diz os nossos avôs “Um passo de cada vez Simoni, não queira dar o paço maior que a perna, se não tu não alcanças e depois eu só quero ver, como vai fazer para voltar”.

Fontes: https://www.anamt.org.br/portal/2018/12/12/30-dos-trabalhadores-brasileiros-sofrem-com-a-sindrome-de-burnout/

https://jmonline.com.br/novo/?noticias,7,SA%C3%9ADE,188745

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