25 setembro 2020 - 9:02

Mulher de 29 anos deixada bebê, em Rio Maina, no sul de Santa Catarina, busca por mãe biológica.  

Joana Somer, 29 anos, foi deixada com poucos dias de vida, juntamente com uma carta a porta de uma casa no bairro Rio Maina, em Criciúma, procura informações sobre sua mãe biológica.

Ela, foi adotada e criada pela família, más a cerca de dois anos perdeu sua mãe adotiva e também seu pai adotivo já é falecido, agora o maior desejo de Joana Somer é encontrar sua mãe biológica. “Não tenho nenhuma informação,” afirma ela. “Fui deixada no Rio Maina, por duas pessoas. Eu até ás procurei elas, que residem aqui no Rio Maina também. Mas elas afirmam que não sabem nada. E nem dizem onde me pegaram”, relata Joana.

“Eu penso em várias coisas. Será que foi minha mãe que fez essa carta. Ou será que foi outra pessoa”, comenta ela, afirmando que seus pais adotivos sempre falaram a verdade sobre a carta e sua história.

Ela foi deixada em uma caixa junto com a carta anexa, a matéria, que foi digitada.

Na carta a pessoa que a deixou que suponha-se ser a sua mãe afirma. Que a bebê nasceu em 12 de outubro de 1989. Diz que a menina não havia sido registrada, não tinha sido batizada e não havia tomado vacinas.

A carta escrita como se fosse a bebê afirma o seguinte:

“Nasci em 12 de outubro, 89, não sei o dia, nem a hora e nem o lugar. Ainda não tenho nome.

Não sou registrada, nem batizada e nem vacinada.

Estou à procura de uma família que me ampare e me ajude a crescer. Acho que finalmente encontrei!

Quero sentir o gostinho de ser acarinhada por uma mãe. Como todo bebê também tenho minhas manias:

– Gosto de colo

– Gosto de dormir com uma fralda na cabeça

– Tomo mingau de maisena com leite de vaca.

– Gosto de tomar chazinho.

– Minha última mamadeira foi ás 21 horas.

Agora estou com sono quero dormir no colo da minha mãe.

Boa noite.

Observação: estou um pouquinho gripada, mas não se preocupe mamãe, isso é coisa de neném.”

Por: Gerciana Ascari

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